sábado, 13 de setembro de 2014

Versões de episódios do Chapolin parte 3

O Homem das Cavernas

Esse episódio tem 3 versões, todas inéditas no Brasil, uma delas sendo dentro do Programa Chespirito.  As duas dos anos 70 são ótimas, a diferença é que da de 1976 tem mais detalhes, por ter uma parte a mais. Considero a melhor versão dessa história, já a versão dos anos 80 é bem mais fraca, o ator que fez o papel não soube interpretar, também porque o Ramon nasceu para ser o homem das cavernas hahaha.


O Misterioso Caso do Morto que Morreu

Esse episódio tem pelo menos umas 5 versões, mas vou falar só de algumas, porque não me lembro de todas.  Ao meu ver as duas melhores são a de 1973 e a de 1975, aliás a versão de 73 tem algumas diferenças em relação as demais,  nessa versão quem se faz de morto é o Quase Nada, o cabo ficou a cargo do Ramon;  além disso a mocinha aqui é interpretada pela Maria.  Considero a melhor versão dessa história. Há também uma bem interessante nos anos 90 também interpretada pela Maria Antonieta.


Um Miado ao Cair da Noite

Esse episódio misteriosamente tem apenas uma versão nos anos 70, mas existem mais duas nos anos 80/90.  Sem dúvida a melhor é a versão setentista, Carlos como o marido é hilário, porém as versões de 1982 e 1991 são bons episódios, principalmente esta última.


O(A) Menino (a) Mentiroso (a)

Sem dúvida a melhor é a mais famosa, Maria interpreta melhor como um menino, do que a menina desconhecida (1973) e a Florinda que interpretam uma menina (1986). Além disso é muito bem elaborada, ainda tem os clipes que ajudam a melhorar este episódio.  


O Mini Disco Voador

Esse deve ter umas 3 ou 4 versões, todas elas muito parecidas, o que diferencia é o final das mesmas.  Tem também a versão de 1978 que o disco voador, é trocado por um mosquito, mas a história é praticamente a mesma,  mas eu acho a versão de 1973 a melhor, justamente pelo seu final.  A de 1980 é a mais fraca delas.


A Chorona

Essa história incrívelmente tem apenas duas versões, uma de 1973 com a Maria no papel da Chorona, e uma 1980 com a Florinda.  Nessa se nota uma grande superioridade da versão de 1973, a Maria se encaixou perfeitamente no personagem.

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